Investigar primeiro, recomendar depois

Investigar uma queda orgânica exige mais do que consultar uma ferramenta e escolher a explicação mais confortável. A nossa equipa começa por preservar evidência: datas, páginas, consultas, alterações e contexto. Em seguida, compara padrões e procura mecanismos plausíveis. Uma atualização pode coincidir com o problema sem o causar; uma mudança técnica pequena pode afetar muitas páginas; conteúdo sólido pode perder espaço perante uma intenção diferente. O método mantém estas possibilidades em simultâneo até que os dados ajudem a estreitar o campo. Só então propomos trabalho, com prioridades e critérios de revisão.

Marta Costa

Marta Costa

Consultora principal de pesquisa orgânica

O nosso quadro de recuperação

Uma sequência de cinco etapas para preservar evidência, testar causas e orientar implementação

Reunimos dados de pesquisa, analytics, rastreio, alterações editoriais, lançamentos e incidentes conhecidos. Registamos lacunas, fontes e datas para que a investigação não assente em memória seletiva nem em capturas isoladas.

    Cronologia de eventos e alterações

    Dados disponíveis e respetivas limitações

Como transformamos sinais em decisões

A análise começa pelo contexto disponível e termina com hipóteses graduadas, não com certezas decorativas.

Ravonela
Medição clara

O que acompanhamos

Acompanhamos sinais que ajudam a entender o trabalho realizado e as mudanças observadas, sem transformar indicadores intermédios em promessas comerciais.

Em análise

Cobertura analisada

186 páginas
Páginas revistas
186
Consultas comparadas
342
Sinais técnicos
47
Leitura 72%
Atualizado mensalmente
14
Monitorizado

Hipóteses acompanhadas

18 hipóteses
Hipóteses abertas
18
Segmentos avaliados
12
Relatórios emitidos
24
Cobertura 64%
Atualizado mensalmente
9
Planeado

Ações orientadas

31 ações
Ações priorizadas
31
Dependências mapeadas
16
Revisões planeadas
14
Execução 58%
Atualizado mensalmente
11

Uma investigação SEO em três movimentos, não uma coleção de palpites

O nosso método interno segue três movimentos: reconstruir, testar e orientar. Primeiro reconstruímos a cronologia e o padrão da perda. Depois testamos hipóteses contra dados de pesquisa, alterações, rastreabilidade, indexação, conteúdo e concorrência. Por fim, orientamos ações proporcionais ao que foi observado, deixando explícito o que ainda precisa de validação.