Investigar primeiro, recomendar depois
Investigar uma queda orgânica exige mais do que consultar uma ferramenta e escolher a explicação mais confortável. A nossa equipa começa por preservar evidência: datas, páginas, consultas, alterações e contexto. Em seguida, compara padrões e procura mecanismos plausíveis. Uma atualização pode coincidir com o problema sem o causar; uma mudança técnica pequena pode afetar muitas páginas; conteúdo sólido pode perder espaço perante uma intenção diferente. O método mantém estas possibilidades em simultâneo até que os dados ajudem a estreitar o campo. Só então propomos trabalho, com prioridades e critérios de revisão.
Marta Costa
Consultora principal de pesquisa orgânica
O nosso quadro de recuperação
Uma sequência de cinco etapas para preservar evidência, testar causas e orientar implementação
Cronologia de eventos e alterações
Dados disponíveis e respetivas limitações
Segmentamos a perda por período, dispositivo, consulta, diretório, template e tipo de página. Procuramos padrões de concentração e diferenças entre páginas afetadas e páginas estáveis, evitando resumir tudo numa queda média.
Formulamos hipóteses graduadas e ligamo-las a evidência observável. Uma hipótese fraca pode continuar útil se indicar que dado falta ou que teste seria necessário para a fortalecer ou rejeitar.
Como transformamos sinais em decisões
A análise começa pelo contexto disponível e termina com hipóteses graduadas, não com certezas decorativas.
O que acompanhamos
Acompanhamos sinais que ajudam a entender o trabalho realizado e as mudanças observadas, sem transformar indicadores intermédios em promessas comerciais.
Cobertura analisada
Hipóteses acompanhadas
Ações orientadas
Uma investigação SEO em três movimentos, não uma coleção de palpites
O nosso método interno segue três movimentos: reconstruir, testar e orientar. Primeiro reconstruímos a cronologia e o padrão da perda. Depois testamos hipóteses contra dados de pesquisa, alterações, rastreabilidade, indexação, conteúdo e concorrência. Por fim, orientamos ações proporcionais ao que foi observado, deixando explícito o que ainda precisa de validação.
Evidência organizada
Reunimos evidência e registamos limitações antes de formular hipóteses sobre uma queda de visibilidade.
Análise cruzada
Comparamos sinais técnicos, editoriais e competitivos para reduzir conclusões baseadas numa única métrica.
Plano executável
Entregamos prioridades, critérios e dependências para apoiar decisões internas mais responsáveis.